Nome do àlbum Dominion
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Kamelot Dominion 1997
Nome do àlbum Dominion
Kamelot Eternity 1995
Nome do àlbum Eternity
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Desgraça
Emergido em dor anestesiado pelo medo sou lentamente
devorado pela solidão assim vou abandonando minhas recordações se perdem de mim
neste emaranhado de sensações e vou morrendo aos poucos na poeira
Só tenho motivos para chorar mais estou cansado de lamentar
por isso amaldiçoo o dia que despertei para este mundo tenho mil razões para
morrer, pois vejo as pessoas caminharem para um abismo de pesar tristeza e
desgraça com uma felicidade patética em suas faces.
Enquanto ha mim fecho as portas para esperança que nada é
senão uma distração tirei a mascara para que minha alma desfigurada pudesse
sentir o sereno lentamente derramado pela mãe noite me trancarei em mim mesmo
para não ser consumido pelos meus medos que tanto temo que ela veja
Meu coração bate rápido ritmado pelo desespero golpeando meu
peito enquanto me lembro dos sonhos a muitos varridos pelo vento não há nada de
bom mais em mim à espera terminou o meu tempo acabou enfim a morte chegou
25/08/2012
Sem face
Caminho sobre a terra mais não
com minhas forças me sinto como uma marionete que não tem desejo ou vontade
própria somente obedece a seu mestre. Mestre sempre acima de mim o qual não
conheço a face mais permanece dono da minha vontade
Quando estou parado sou como um
mimico que fica preso em uma caixa invisível e inexistente mais que ainda me
mantem preso
Nos poucos momentos que sinto
algo sinto você, sinto você quando o vento me toca por que me lembro do seu
abraço sinto você cada vez que respiro, pois você ainda que não te veja mais
você é aquilo que me traz vida. Mesmo quando adormeço ainda te sinto em meus
sonhos minha esperança putrefaz e agora me sinto como pardal que cai na terra
sem deixar rastro de vida e mesmo assim te sinto em cada detalhe.
01/06/2012
mal pressagio
Em minha vida você passou como uma praga arrasando meus
sonhos
Ofertei há ti meu espirito e você como ave de rapina o
despedaçou ofertei minha alma e com ela saciaste tua fome abominável ofertei
meu sangue e com ele saciaste tua sede vampiresca dei para ti tudo de mim tu se
satisfizeste abandonando o resto de mim como carne morta jogada as aves
carniceiras
Cada ferida em mim gritava teu nome à solidão era como
vermes que comem e crescem em um cadáver o meu choro parecia corroer meus olhos
porque já não havia luz os céus são como um imenso véu negro
Sepultado neste pesadelo renasci como uma abominação e agora
como um lobo fareja sua presa irei busca-la tu se lembrarás do meu espirito
como o piar da coruja faz lembra a morte tu sentiras em teu ventre minha alma e
sangue aflorarem como medo que rastejará dentro de ti estarei diante de ti com
um silencio sepulcral serei como um mal pressagio anunciando arruína
proclamando ajustiça a si mesmo assim voltarei a sua vida
09/06/2012
Discografia Sonata Arctica
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